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Técnico em Enfermagem

Técnico em Enfermagem

Turma - 2026.3.417

PRESENCIAL

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A categoria profissional da Enfermagem, formada por Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem, segundo Lei Federal nº 7.498/86[1], regulamentada pelo Decreto nº 94.406/87[2], compõe a maior força de trabalho da saúde no Brasil, segundo dados do Conselho Federal de Enfermagem COFEN[3], o país conta atualmente com mais de 3,1 milhões de trabalhadores.

O crescimento populacional, o aumento da expectativa de vida, a maior conscientização da população com relação à prevenção de doenças e a crescente preocupação com a saúde e bem-estar dos brasileiros nas últimas décadas aumentaram a demanda por serviços públicos e privados de saúde. Para atender às necessidades da população, as políticas públicas de saúde estão cada vez mais voltadas às ações de educação, promoção, prevenção e recuperação da saúde, o que contribui para a expansão da rede de atenção, para a melhoria dos serviços de saúde e para o aumento do número de leitos em hospitais.

Nesta perspectiva, amplia-se o mercado de trabalho para profissionais do segmento saúde, com destaque para a área de Enfermagem, e a formação técnica de nível médio é promissora em termos de possibilidades de ingresso no mercado de trabalho. O número de profissionais técnicos de enfermagem e auxiliares de enfermagem concentram mais de 3,1 milhões de profissionais [4], sendo aproximadamente 61% técnicos de enfermagem, 24% enfermeiros e 14% auxiliares de enfermagem com vínculos de trabalho formal. Apesar dos números apresentados, ainda há escassez de profissionais para o mercado, o que reforça a necessidade da oferta da habilitação profissional pelo Senac.

Diante desse cenário, a oferta do Curso Técnico em Enfermagem pelo Senac é fundamental para atender às necessidades do sistema de saúde brasileiro, contribuir para a qualificação profissional e ampliar o acesso da população a serviços seguros e humanizados.

 

[1] BRASIL. Presidência da República. Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 jun. 1986. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7498.htm . Acesso em: 11 abr. 2026.

[2] BRASIL. Presidência da República. Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987. Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 9 jun. 1987. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1980-1989/d94406.htm . Acesso em: 11 abr. 2026.

[3] CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN). Perfil da Enfermagem no Brasil. Brasília, DF: COFEN; Fundação Oswaldo Cruz, 2017–2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/perfilenfermagem . Acesso em: 11 abr. 2026.

[4] CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN). Perfil da Enfermagem no Brasil. Brasília, DF: COFEN; Fundação Oswaldo Cruz, 2017–2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/perfilenfermagem . Acesso em: 11 abr. 2026

 

O desenvolvimento da oferta ora proposta requer docentes com experiência profissional em Enfermagem, formação superior em Enfermagem, e pós-graduação na área específica correspondente a cada Unidade Curricular.

Quando houver oferta a distância, o Departamento Regional sede responsável pela oferta do curso definirá o perfil do tutor.

As orientações metodológicas deste curso, em consonância com a proposta pedagógica do Senac, pautam-se pelo princípio da aprendizagem com autonomia e pelo desenvolvimento de competências, conceituadas como “ação/fazer profissional observável, potencialmente criativa(o), que articula conhecimentos, habilidades, atitudes e valores e permite desenvolvimento contínuo” (SENAC, 2022)[1]. 

Para tanto, foi configurado um percurso metodológico que privilegia a prática pedagógica contextualizada e promove a mobilização e articulação dos conhecimentos, das habilidades e das atitudes necessários para a ação e a solução de questões inerentes à natureza da ocupação. Esse percurso é também orientado pelas Marcas Formativas Senac: domínio técnico-científico, visão crítica, colaboração e comunicação, criatividade e atitude empreendedora, autonomia digital e atitude sustentável, atuando com foco em resultados. 

Dado que o uso de inteligência artificial se torna cada vez mais relevante para a atuação profissional no Setor de Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a Marca Formativa "Autonomia digital" desempenha um papel essencial na formação de profissionais capazes de integrar criticamente tecnologias emergentes em seus processos de trabalho, contribuindo para a inovação e a eficiência no ambiente profissional. 

Nessa perspectiva, é apresentado, a seguir, um conjunto de atividades, estratégias pedagógicas e recursos didáticos que serve como referência para a elaboração do plano de trabalho docente do Senac. Essas estratégias pedagógicas podem ser ajustadas e complementadas, levando em consideração as especificidades da turma, as demandas do contexto educacional e os objetivos estabelecidos no plano de curso. 

Para apoiar o planejamento e a execução das práticas educacionais, o Departamento Nacional recomenda consultar o site Espaço Docente,  que apresenta uma seleção de recursos de incentivo à adoção de tecnologias digitais para apoiar abordagens inovadoras no processo de ensino-aprendizagem. Nesse site é possível acessar: 

- plataforma Cachola:[2]  ambiente de recursos educacionais do Senac que oferece materiais digitais para atender aos propósitos do MPS e promover o engajamento de alunos e docentes; 

- plataforma Cubus:[3] oferece metodologias de ensino-aprendizagem, estratégias pedagógicas e dinâmicas projetadas para apoiar o processo educacional;  

- Anuário de Tecnologias Educacionais[4]: apresenta conceitos, reflexões pedagógicas e uma seleção de ferramentas digitais alinhadas ao Modelo Pedagógico Senac, considerando o desenvolvimento de competências à luz de novas tecnologias; 

- Mapeamento de Tecnologias Digitais[5]: busca identificar ferramentas que se alinhem à oferta educacional do Senac e compartilhar boas práticas adotadas pelos Departamentos Regionais. 

 

Orientações metodológicas específicas para:

Unidade Curricular 1: executar ações de prevenção, promoção, proteção, reabilitação e recuperação da saúde.

Estratégias pedagógicas:  

  1. visitas técnicas: orienta-se a viabilização de visita nos serviços de saúde de atenção primária e secundária, importante a construção de um roteiro para realização dessa visita;
  2. brainstorming: recomenda-se promover brainstorming sobre experiências e expectativas dos estudantes no início do curso;
  3. Aprendizagem Baseada em Projetos: sugere-se a realização de estação de habilidades, onde o docente irá promover rotação pelas estações de simulação com manequins ou modelos de braço para glicemia, oxímetro e balança antropométrica, sinais vitais. Cada estação avalia um componente técnico específico. Outra sugestão de estão de habilidades com EPIs e EPCs: momento de paramentação e desparamentação, com criação de checklist validado, além de práticas de interpretação do calendário vacinal;
  4. simulações: recomenda-se utilizar a metodologia de simulação para situações de incidentes e quase incidentes no processo assistencial em saúde, por exemplo, exposição a material biológico, erro de medicação. Além disso, simulação de acolhimento humanizado, onde os estudantes atendem um “cliente simulado” com diferentes perfis (idoso, criança, gestante, crônico). Simulação de uma roda de conversa com grupos de gestantes, escolas, instituições de longa permanência etc. Consultório simulado, onde os estudantes orientam clientes simulados sobre hipertensão, diabetes, infecções e autocuidado;
  5. simulação de acidentes: condutas após acidentes com material biológico;
  6. simulação de atendimento com risco infeccioso: estudantes escolhem EPIs adequados;
  7. mapas conceituais colaborativos: recomenda-se trabalhar essa estratégia de organização dos modos de transmissão, sinais e sintomas, e medidas preventivas das patologias. Poderão utilizar plataformas de mapa mental gratuitas ou impressas;
  8. estudo de caso: recomenda-se realizar a atividade de análise guiada de Procedimento Operacional Padrão (POP) e protocolos. A utilização dos POPs deverá ser definida pelo docente, em consonância com as habilidades que estão sendo desenvolvidas nessa Unidade Curricular, como exemplo: POP de sinais vitais, instalação de oxigênio. Além disso, estudos de caso vacinais, com situações que exigem interpretação e tomada de decisão. Estudo de caso ambiental, visando promover análise de acidentes e irregularidades comuns no descarte;
  9. palestra: sugere-se convidar profissionais que atuam na APS, para discorrer sobre assuntos pertinentes dessa UC, com visão multiprofissional do seu processo de trabalho e atuação multiprofissional. Será uma ótima oportunidade de os alunos conhecerem a rotina desse serviço de saúde;
  10. pesquisa sobre temas relacionados as ações de prevenção, promoção, proteção, reabilitação e recuperação da saúde. A pesquisa pode ser em deferências físicas ou eletrônicas, nos principais canais oficiais de saúde no Brasil;

Recursos pedagógicos:  

  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • objetos de aprendizagem digitais (vídeos, gamificação infográficos e apresentações interativas) sobre a importância de estudos de viabilidade sociocultural;
  • planilhas eletrônicas para o mapeamento de processos;
  • caderneta da criança real ou modelo pedagógico, onde os alunos poderão simular um atendimento e preenchimento dos dados na caderneta, além de fazer todas as orientações pertinentes diante do caso;
  • laboratório de Saúde com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem.

 

Unidade Curricular 2: Participar da implementação da sistematização da assistência de enfermagem.

Estratégias pedagógicas:  

  1. vídeo: orienta-se a apresentação de situações reais ou encenadas de conflitos mal geridos × bem geridos, com objetivo de ampliar os estudos sobre os perfis comportamentais, métodos e tipos (interpessoal, intragrupos, intergrupos e intrapsíquico). Essa análise crítica é muito importante, pois a questão comportamental e atitudinal são os maiores “gargalos” no mundo do trabalho;
  2. estudo de casos clínicos completos para analisar a legislação vigente do Cofen sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e na sequência praticar todas as etapas:  Coleta → Diagnóstico → Planejamento → Implementação → Avaliação. Importante nesse momento fortalecer que a narrativa que o Técnico de Enfermagem é parte integrante de uma equipe de saúde, e possui responsabilidade no processo da SAE;
  3. Aprendizagem Baseada em Projetos: orienta-se realizações estações de coleta de dados, exame físico, identificação de diagnósticos, elaboração de plano, registro, onde o docente poderá dividir os alunos em pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. Além disso, prática de rápida comunicação. O uso dessa estratégia, combinado com a ferramenta de SBAR para pedir ajuda ao enfermeiro/médico, além de trabalhar outros temas, por exemplo, abordando temas como: passagem de plantão, pacientes críticos, intercorrências, eventos adversos, más notícias, tomadas de decisão rápidas, entre outros temas que o docente julgar importante para o desenvolvimento dos indicadores dessa UC;
  4. palestra: recomenda-se convidar o Conselho Regional de Enfermagem, para discorrer sobre as legislações vigentes sobre a SAE, bem como, o papel do conselho para os profissionais, para os serviços de saúde e toda sociedade.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem;
  • prontuário eletrônico ou físico — pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos (pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias);
  • formulários de notificação de incidentes (simulados) e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • jogo dos “11 certos” (baralhos/quiz) para administração segura de medicamentos, seguindo o protocolo vigente;
  • quadro Kanban de melhorias de segurança (ações, responsáveis, prazos, checagem);
  • roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidade Curricular 3: Administrar medicamentos, soluções e imunobiológicos.

Estratégias pedagógicas:  

  1. simulações: recomenda-se promover a vivência de sensibilização sobre os elementos da competência, como: cenários de erro de medicamento; cenário de preparo de medicamento (ambiente com farmácia satélite ou sala de preparo); estações: IM ventroglútea, EV intermitente, SC, ID, IM em crianças; estação de manutenção de acesso venoso periférico; estação de complicações de um acesso venoso,  cenários clínicos com administração de fluidos, estação de habilidades de cálculo farmacológico,  análise de eventos adversos relacionados à medicação. Nesse momento, fortalecer a importância dos protocolos de segurança do paciente, as 11 certeza entre outras ações. Além de Simulação de preparo de vacinas (reconstituição, volumes, cadeia fria, diluentes, agitação suave x vigorosa);
  2. Aprendizagem Baseada em Projetos (jogo de diagnóstico de acesso venoso): orienta-se entregar fotos e descrições sobre diferentes situações de acesso venosos, com intercorrentes e com isso os alunos classificam o grau da flebite, risco e conduta. Ainda, com essas imagens poderão criar uma estratégia de “caça aos erros”, desenvolvendo visão sistêmica, crítica e com isso, aplicar cuidados preventivos. Outra sugestão é aplicação da estratégia “Jogo de decisão sobre vias de administração”. Recomenda-se criar diferentes tipos de estações para desenvolver o tema de cálculo: dose pediátrica, adulto, diluições, tempo/infusão. O estudante gira entre estações e recebe feedback imediato, além de analisar se o colega anterior realizou o cálculo correto. Além disso, um role play de conflitos e comunicação. O uso dessa estratégia, combinado com a ferramenta de SBAR para fortalece cultura de segurança do paciente dentro do serviço. Uma ótima oportunidade para trabalhar os tipos de comunicação, postura profissional, proatividade diante de uma situação de evento adverso. Outra atividade é a segregação de lixos, o docente distribui “resíduos simulados”: frascos, ampolas, materiais com tinta vermelha (simulação de sangue). Alunos praticam a segregação correta, seguindo a RDC 222/2018;
  3. atividade de escrita técnica: sugere-se o desenvolvimento de prática de registros técnicos no prontuário do paciente e no processo de comunicação com a equipe de saúde. Seguindo as etapas de registrar dados, objetivos, evolução, SAE, horários, condutas realizadas, intercorrências. Comparação entre registros adequados vs. inadequados;
  4. vídeos: sugere-se a utilização de vídeos, documentários, sobre boas práticas de aplicação de medicamentos, bem como, situações de erros de medicamentos que estão na mídia para um debate.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online: para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos: para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo, manequins de baixa e média fidelidade, braços simuladores, bandeja, seringa, agulha, bomba de infusão, entre outros;
  • checklists baseados no PNSP impressos e plastificados;
  • apps e simuladores de cálculo (dosagem, gotejamento, bomba de infusão);
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos: (pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias);
  • formulários de notificação de incidentes (simulados) e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • jogo dos “11 Certos” (baralhos/quiz): para administração segura de medicamentos, seguindo o protocolo vigente;
  • quadro Kanban de melhorias de segurança (ações, responsáveis, prazos, checagem);
  • roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidade Curricular 5: Prestar cuidados de enfermagem de higiene, conforto e monitoramento das condições clínicas.

Estratégias pedagógicas:  

  1. simulações: recomenda-se simulações de banho no leito; mobilização corporal; mobilização com dispositivos — trapézio, andador, cadeira de rodas, transferência interna e externa; simulação de circuito prático de transporte seguro; simulação com intercorrências — cliente com sonda, dreno ou oxigenoterapia durante o transporte; simulação de montagem/desmontagem do sistema de O₂; aspirar vias aéreas superiores conforme necessidade e POP; simulação de instalação de dieta; simulação de troca de bolsa de colostomia; cuidados com pele; mensuração de débito urinário; estação prática de irrigação e cuidados com estoma; simulação de mudança de decúbito em dupla ou trio com uso de tecnologias; aplicação da escala da DOR, simulação de laboratório (coleta de sangue capilar e venoso — treino em braço artificial—, urina, secreções). Outro cenário de simulação é um role play de comunicação da dor com cenários diferentes, em situações de dor aguda, crônica. Importante nesse processo de aplicação da metodologia de simulação, a criação de checklists: dos cenários, assim enquanto um grupo executa os cenários, outros grupos aplicam o checklist;
  2. estudo de caso: recomenda-se a utilização de estudos de caso sobre eventos adversos relacionados ao transporte, com base em situações reais (dermatites, vazamentos, obstruções), para análise, discussão e proposição de soluções e medidas preventivas no processo de trabalho;

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online: experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos: exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde  com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, como exemplo: manequins de baixa e média fidelidade, braços simuladores, bandeja, seringa, agulha, bomba de infusão, EPIs, entre outros;
  • checklists baseados no PNSP impressos e plastificados;
  • prontuário eletrônico ou físico pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • quadro Kanban de melhorias de segurança (ações, responsáveis, prazos, checagem);
  • roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico;
  • vídeo: Para demonstração de procedimentos, cuidados em saúde;
  • simuladores virtuais: para manejo de paciente virtual. oferecerem segurança, realismo, acessibilidade e repetição ilimitada, algo impossível de manter exclusivamente em cenários reais;
  • apps ou plataforma de anatomia, fisiologia e clínica: ferramentas permitem que o aluno interaja, gire, aproxime, desmonte e reconstrua estruturas anatômica.

 

Unidade Curricular 6: Prestar assistência de enfermagem em saúde mental.

Estratégias pedagógicas:  

  1. estudo de caso interdisciplinar (modelo CAPs/AB/leito clínico): recomenda-se que o docente disponibilize aos alunos diferentes casos, por exemplo, paciente com depressão grave, idoso frágil, adolescente em crise. Os alunos irão construir o Projeto Terapêutico Singular (PTS) em grupo com quatro núcleos clássicos: diagnóstico situacional, metas, ações e responsabilidade;
  2. simulações: sugere-se para promover a vivência e sensibilização sobre os elementos da competência, como a simulação de reunião de equipe, cenários envolvendo riscos, direitos do paciente, comunicação com acompanhante; administração segura de psicotrópico, entre outros. As simulações poderão ser com atores simulados (paciente padrão). Além disso, o uso de simulação: role play de negociação pré-contenção — orienta-se desenvolver o tema de comunicação terapêutica para tentar evitar a contenção, situações de paciente ansioso, paciente agressivo; paciente deprimido; acompanhante em crise. O docente treina técnicas: escuta qualificada, validação emocional, silêncio terapêutico, reflexo/clareamento, linguagem simples;
  3. Aprendizagem Baseada em Projetos: orienta-se realizar a demonstração e execução individual com feedback nas situações de contenção dos pacientes, desenvolvendo estratégias de comunicação, acolhimento e cuidado humanizado;
  4. palestra: sugere-se convidar um profissional que atua em algum serviço de saúde mental, como o CAPs, instituto de psiquiatria, para que possam entender a dinâmica, fluxos e protocolos dos serviços;
  5. vídeos: sugere-se apresentar diferentes vídeos com atendimentos, abordagens, para análise do atendimento com foco em consultas humanizadas e não humanizadas;
  6. escrita técnica: orienta-se desenvolver o tema de escrita técnica para o Registro de Enfermagem, o qual deverá conter informações como evolução e registro operacional, em prontuário eletrônico ou físico, para desenvolver um olhar técnico junto com a equipe de saúde. O Registro de Enfermagem é uma responsabilidade das equipes de saúde, segurança para o paciente, respaldo legal para o trabalho e continuidade do cuidado em saúde.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online: experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde:  com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo, manequins de baixa e média fidelidade, braços simuladores, bandeja, seringa, agulha, bomba de infusão, EPIs, entre outros;
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • quadro Kanban de melhorias de segurança (ações, responsáveis, prazos, checagem);
  • roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico;
  • vídeo: exposição oral estruturada, conduzida por professor ou especialista, que apresenta conteúdos conceituais, atualizações técnicas ou novas perspectivas sobre determinado tema. É eficiente para introduzir tópicos, fornecer visão geral, mobilizar conhecimentos prévios e contextualizar conteúdos que serão aprofundados em atividades práticas ou participativas. Para demonstração de procedimentos, cuidados em saúde;
  • simuladores virtuais: simuladores virtuais são ambientes digitais interativos que reproduzem situações clínicas, procedimentos técnicos, cenários de assistência e processos decisórios da prática em saúde. Para manejo de paciente virtual.

 

Unidade Curricular 8: Prestar assistência de enfermagem no período gestacional, parto, puerpério e ao recém-nascido.

Estratégias pedagógicas:  

  1. rodas de conversa: recomenda-se debates ou entrevistas com profissionais da área, para ampliar a repertório sobre o tema. Além disso, poderá ser uma roda de conversa convidando uma mãe que está em processo de amamentação, para conversarem sobre esse momento da vida. Importante que para essa atividade seja construído um roteiro que irá nortear a conversa;
  2. debate: sugere-se que o docente trabalhe com imagens, modelos anatômicos, software em que demonstre mudanças anatomofisiologias mês a mês durante o processo de gestação, por meio de fotos ou peças anatômicas quando disponíveis no laboratório de saúde:
  3. Aprendizagem Baseada em Projetos: recomenda-se a demonstração de pega correta, apoios, manejo de fissuras, ordenha manual. Outra sugestão seria convidar uma parturiente para contar sua experiência com amamentação, para essa roda de conversa, é importante estrutura um roteiro de perguntas;
  4. simulações: sugere-se a simulação como método de ensino, promovendo estações de habilidades nas condições de verificação de pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura, peso, altura e cálculo de IMC gestacional; simulação de aconselhamento em situações de má notícia; simulação de pré-parto; simulação de violência obstétrica; simulação de administração de medicamentos, cuidados com o bebê recém-nascido; simulação de fluxo de atendimento em uma maternidade. Bem como estações de habilidades neonatais (banho humanizado, higiene do coto, sinais vitais do RN, posicionamento seguro), simulação de intercorrências neonatais leves. Simulação de Acolhimento de mulher e familiares na perda e luto perinatal;
  5. simulação: role play de com boneco e prótese mamária — orienta-se atividade de posicionamento, manejo das principais dificuldades durante o processo de amamentação. Outra sugestão seria convidar uma parturiente para contar sua experiência com amamentação. Para essa atividade é importante a construção de roteiro estruturado;
  6. situação Problema: sugere-se essa estratégia para leitura e debate dos tipos de exames trimestrais, seus paramentos, orientações e tomada de decisão no processo de cuidado em saúde.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo, modelos anatômicos da gestação; bonecos para treino de aleitamento; simuladores obstétricos de baixa/média fidelidade, bola suíça, banquetas e materiais de métodos não farmacológicos, equipamentos obstétricos reais, por exemplo, cardiotocógrafo simulado, doppler fetal, campos cirúrgicos, ampolas e frascos fictícios de medicamentos obstétricos, bonecos neonatais realistas (para IM, VO, colírio). Equipos, seringas e materiais de neonatologia, simulador de berçário completo (aquecido, incubadora, fototerapia);
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos: pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias;
  • formulários de notificação de incidentes (simulados) e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • jogo dos “11 Certos” (baralhos/quiz) para administração segura de medicamentos, seguindo o protocolo vigente;
  • roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidade Curricular 9: Prestar assistência de enfermagem no período perioperatório.

Estratégias pedagógicas:  

  1. visita técnica: recomenda-se que seja articulado uma visita técnica em um hospital de pequeno, médio ou grande porte, onde os alunos poderão conhecer a rotina de um centro cirúrgico, de uma central de esterilização de material e de uma sala de recuperação pós-anestésica. Seu objetivo é proporcionar uma observação guiada, vivência contextualizada e aproximação concreta com processos, fluxos, tecnologias, práticas profissionais e dinâmicas interdisciplinares que compõem o campo de atuação;
  2. simulações: recomenda-se que seja promovida a vivência e sensibilização acerca das atitudes e habilidades expressas nos elementos das competências, tais como: simulação de preparo pré-operatório (jejum, tricotomia, banho, retirada de adornos, checklist de cirurgia segura); transporte seguro do paciente, simulação de paramentação e desparamentação, cenário de sala cirúrgica, simulação de incidentes, cenário de manejo  com monitor multiparamétrico, simulação de complicações, simulação de checklist de vigilância do sítio cirúrgico com base em protocolos institucionais, simulação de curativos pós-operatório imediato, cenário de rounds clínicos (alunos fazem avaliação sistêmica: dor, ferida, drenagem, balanço hídrico, sinais vitais), simulação de coleta de exames. Outra sugestão é a dinâmica de “fluxo cirúrgico” — mapa ilustrado mostrando transição: leito → admissão → centro cirúrgico → recuperação anestésica;
  3. Aprendizagem Baseada em Projetos: orienta-se atividades com aplicação de técnicas de escuta, esclarecimento e acolhimento antes da cirurgia, acolhimento durante e após o procedimento cirúrgico;
  4. simulação acolhimento pré-operatório: sugere-se essa atividade para ampliar a discussão do tema de acolhimento, bem como, para treinar humanização e reduzir ansiedade do paciente, conforme protocolos vigentes;
  5. vídeo:  recomenda-se o uso de vídeos curtos, para facilitar a visualização, ampliar o repertório do estudante e favorecer a aprendizagem multisensorial. Deve ser acompanhado de orientação, problematização ou discussão dirigida. Poderá ser vídeo de comparação entre paramentação correta e inadequada, atendimento da equipe no centro cirúrgico, situações de segurança do paciente e a equipe de saúde;
  6. escrita técnica: recomenda-se que essa estratégia seja amplamente trabalhada no processo de formação, com ela, permitiremos que o aluno exercite raciocínio clínico, síntese e tomada de decisão. Pode ser aplicada em estudos de caso, simulações e práticas supervisionadas para desenvolver comunicação profissional e organização do cuidado. É uma atribuição de grande impacto na assistência, pois o registro é continuidade no cuidado em saúde e colabora na tomada de decisão da equipe multiprofissional, com escrita técnica.
  7. estudo de caso: recomenda-se uma análise de imagens e modelos anatômicos, demonstrando as mudanças e fases da ferida cirúrgica, para a avaliação do sangramento, exsudato, edema, odor, deiscência.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas.
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde  com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo,  manequins de baixa e média fidelidade, manequins adulto e parcial (braço, tórax, feridas), equipamentos, instrumentais, insumos;
  • checklists impressos e plastificados de cada POP;
  • apps ou plataforma de anatomia, fisiologia e clínica: ferramentas permitem que o aluno interaja, gire, aproxime, desmonte e reconstrua estruturas anatômica;
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias;
  • formulários de notificação de incidentes (simulados) e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • jogo dos “11 Certos” (baralhos/quizzes) para administração segura de medicamentos, seguindo o protocolo vigente;
  • Roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidade Curricular 12: Atuar em programas de qualidade e certificação hospitalar.

Estratégias pedagógicas:  

  1. palestra: recomenda-se convidar um profissional de algum serviço de saúde que tenha setor de qualidade e certificação, para compartilhar a finalidade e o impacto para o serviço e sociedade um setor de qualidade dentro de uma instituição de saúde;
  2. estudo de caso: sugere-se essa metodologia para análise, resolução e discussão de indicadores assistenciais, por exemplo, taxas de queda, lesão por pressão (UPP), flebite, densidade de infecção, higiene de mãos. Para o desenvolvimento dessa atividade, poderão fazer parceria com algum serviço de saúde para disponibilização de indicadores de forma anonimizada.  O docente apresenta gráficos simulados e alunos realizam análise crítica;
  3. simulações:  para promover a vivência e sensibilização acerca das atitudes e habilidades expressas nos elementos das competências, tais como: cenário de vigilância de infecções hospitalares (IH), simulação de preenchimento de planilhas de vigilância, simulação de ronda de Segurança do Paciente, simulação de barreiras de segurança, simulação de auditoria de infecção hospitalar, barreiras de prevenção;
  4. Aprendizagem Baseada em Projetos: recomenda-se essa estratégia estruturada de verificação sistemática utilizado para avaliar se as práticas assistenciais, processos de trabalho, ambientes, equipamentos e registros seguem padrões previamente estabelecidos pela instituição, pela legislação vigente e pelos programas nacionais de qualidade e segurança. Criado com base nos protocolos do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP);
  5. simulação de comunicação pós-evento: orienta-se essa atividade como de relatar à equipe e ao enfermeiro situações de intercorrências e eventos adversos no processo de trabalho.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde:  com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, como exemplo:  manequins de baixa e média fidelidade, equipamentos, instrumentais, insumos utilizados no processo de formação e desenvolvimento dessa competência;
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos: pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias;
  • formulários de notificação de incidentes simulados e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • dashboard fictício de indicadores: painéis visuais (gráficos de barras, curvas, radar, semáforos de risco) que facilitam a compreensão de tendências, riscos e resultados assistenciais. Com isso, poderão exibir uma sala para análise crítica, discussão em grupo sobre “o que o indicador revela?” e simulações com variações de comportamento dos indicadores;
  • mapas de processo para análise de riscos e sugestões de melhorias no processo;
  • planilhas digitais de indicadores: planilhas configuradas com fórmulas automáticas para cálculo de indicadores como: densidade de incidência de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), taxa de flebite, taxa de quedas, adesão à higiene de mãos, taxa de lesão por pressão;
  • POPs, protocolos institucionais e diretrizes impressas: documentos operacionais que definem: modos padronizados de executar procedimentos, critérios de segurança, etapas de prevenção de IRAS, requisitos de acreditação.

 

Unidade Curricular 13: Administrar medicamentos de alta vigilância e hemocomponentes.

Estratégias pedagógicas:  

  1. simulações: para promover a vivência e sensibilização sobre os elementos da competência, como: simulação de reconstituição estéril — uso de frascos fictícios de antibióticos concentrados, eletrólitos concentrados, drogas vasoativas pré-preparo. Enfatiza técnica asséptica e rotulagem correta. Simulação de rotulagem e dupla checagem, simulação de instalação de medicamentos de alta vigilância conforme prescrição; simulação clínica com intercorrências; simulação de compatibilidade medicamentosa; simulação de instalação de hemocomponentes e hemoderivados conforme protocolos, simulação de segregação de resíduos, simulação de organização de sala de preparo;
  2. estudo de caso:  recomenda-se elaborar casos desidentificados de erros de medicação de alta vigilância, onde os alunos analisam causas e propõem barreiras no desabastecimento ou falha de estoque;
  3. escrita técnica: orienta-se a exercício de registros de enfermagem, o qual permite o aluno exercitar raciocínio clínico, síntese e tomada de decisão. Pode ser aplicada para desenvolver comunicação profissional e organização do cuidado. É uma atribuição de grande impacto na assistência, pois o registro é continuidade no cuidado em saúde e colabora na tomada de decisão da equipe multiprofissional, com escrita técnica;
  4. vídeos: sugere-se a utilização de vídeos, documentários, sobre boas práticas de aplicação de medicamentos, bem como, situações de erros de medicamentos que estão na mídia para um debate e pontos fortes e pontos a melhorar.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde:  com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo,  manequins de baixa e média fidelidade, braços simuladores, bandeja, seringa, agulha, bomba de infusão, bombas de infusão funcionais, anequins para punção e simulação de reações, bolsas fictícias de hemocomponentes, equipos específicos (filtro, fotossensível), kits de dispositivos venosos entre outros;
  • checklists de transfusão segura: impressos e plastificados;
  • apps e simuladores de cálculo: dosagem, gotejamento, bomba de infusão.
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos (pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias);
  • formulários de notificação de incidentes (simulados) e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • jogo dos “11 Certos” (baralhos/quizzes) para administração segura de medicamentos, seguindo o protocolo vigente;
  • roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidade Curricular 14: Prestar assistência de enfermagem em urgência e emergência.

Estratégias pedagógicas:  

  1. visita técnica: sugere-se viabilizar uma visita técnica em um posto de saúde ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do seu munícipio, para mostrar aos estudantes ambiência, fluxo, processo, rotinas desses serviços de saúde.  Seu objetivo é proporcionar uma observação guiada, vivência contextualizada e aproximação concreta com processos, fluxos, tecnologias, práticas profissionais e dinâmicas interdisciplinares que compõem o campo de atuação. Durante a visita, os estudantes são acompanhados por docentes e/ou profissionais da instituição visitada, com roteiro previamente estruturado, orientações de segurança, objetivos de aprendizagem claros e atividades posteriores de reflexão, síntese ou avaliação;
  2. simulações: orienta-se promover a vivência e sensibilização sobre os elementos da competência, pro exemplo, simulação de diferentes níveis de emergência (traumas; dispneia, dor torácica, convulsão, Acidente Vascular Cerebral, anafilaxia; hipoglicemia severa),  cenários devem exigir decisões rápidas e priorização, simulação de acolhimento, de classificação de risco com fluxogramas de Manchester ou institucional. Simulação de sinais de alerta, recomendamos a elaboração de  estações que simulam riscos químicos, biológicos e perfurocortantes, estações de paramentação e desparamentação, simulação de realização de eletrocardiograma conforme prescrição médica, cenários clínicos aplicados ao ECG ( dor torácica, arritmias, pulso irregular e paciente ansioso com tremores artefatos), estação de identificação de materiais, estação de monitoramento de parâmetros vitais, estações práticas de reconstituição e preparo; simulação de administração durante parada;
  3. simulação de atendimento de parada cardiorrespiratória: orientamos a simulação com métricas de Reanimação Cardiopulmonar (RCP), conforme protocolos vigentes de PCR, estação de segregação de resíduos, simulação de organização da sala de emergência, simulação de dinâmica “fluxo dos insumos na emergência”, simulação sensível de cuidado pós-morte;
  4. estudo de caso: sugere-se essa metodologia para trabalhar assuntos como “fila única” para que os alunos possam entender fluxo, prioridades e tomada de decisão ética, sobre situações de vulnerabilidade, maus tratos e violência do usuário de saúde e dos trabalhadores de saúde;
  5. palestra: sugere-se convidar um profissional de enfermagem que atua no setor de urgência e emergência de um serviço de saúde, para compartilhar a rotina, boas práticas; 

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo, manequins de baixa e média fidelidade, braços simuladores, bandeja, seringa, agulha, simuladores de Ecocardiograma e monitores multiparamétricos, kits de via aérea e carro de emergência, materiais reais (EPI, bombas de infusão, desfibrilador de treinamento);
  • checklists de ABCDE do trauma, PCR, acolhimento, impressos e plastificados;
  • apps e simuladores de cálculo: dosagem, gotejamento, bomba de infusão;
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos: pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias;
  • formulários de notificação de incidentes simulados e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • jogo dos “11 Certos” (baralhos/quizzes) para administração segura de medicamentos, seguindo o protocolo vigente;
  • roteiros SBAR (modelo impresso) para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidade Curricular 15: Prestar assistência de enfermagem em cuidados críticos.

Estratégias pedagógicas:  

  1. visita técnica: sugere-se viabilizar uma visita técnica em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, ou pediátrica do seu munícipio, para mostrar aos estudantes ambiência, tecnologias, fluxo, processo, rotinas desses serviços de saúde. Seu objetivo é proporcionar uma observação guiada, vivência contextualizada e aproximação concreta com processos, fluxos, tecnologias, práticas profissionais e dinâmicas interdisciplinares que compõem o campo de atuação. Durante a visita, os estudantes são acompanhados por docentes e/ou profissionais da instituição visitada, com roteiro previamente estruturado, orientações de segurança, objetivos de aprendizagem claros e atividades posteriores de reflexão, síntese ou avaliação;
  2. simulações: recomenda-se promover a vivência e sensibilização sobre os elementos da competência, por exemplo, simulação de monitoramento de parâmetros vitais em paciente crítico, simulação de manejo do multiparamétrico, simulação de atendimento de parada cardiorrespiratória conforme protocolos, simulação com métricas de RCP,  simulação de banho no leito com equipamentos reais (incluindo cliente em veiculação mecânica, com drenos, acesso central e dispositivos), simulação de banho com dois profissionais, simulação de banho em paciente sedado, restrito, com risco hemodinâmico, simulação de administração de dieta enteral conforme protocolo, simulação de aspiração inadvertida, simulação de registro e cálculo de balanço hídrico (BH), estação de preparo de drogas vasoativas e de reanimação, simulação de via aérea artificial (TOT, cânula de traqueostomia), simulação de treino de técnica estéril/limpa, estações de isolamento, simulação de montagem de quarto de isolamento, simulação completa de transporte intra-hospitalar, simulação de aplicação de checklists de transporte seguro, estação de segregação de resíduos, simulação de organização de um leito de UTI, simulação de dinâmica “fluxo dos insumos na UTI”, simulação sensível de cuidado pós-morte, simulação de emergência com medicamento, simulação de atendimento de parada cardiorrespiratória, estação de segregação de resíduos, entre outros. Além disso, sugere-se a uma simulação de comunicação por SBAR.  Para acionar equipe, pedir ajuda e relatar agravamento, comunicar antes e após o transporte;
  3. estudo de caso: recomenda-se a utilização dessa estratégia para situações de alarmes clínicos como: taquicardia, dessaturação, apneia, hipotensão, interpretação e condutas iniciais, estudo de caso sobre situações de vulnerabilidade, maus tratos e violência do usuário de saúde e dos trabalhadores de saúde. Estudos de caso (hipovolemia, poliúria, retenção hídrica, insuficiência cardíaca);
  4. palestra: sugere-se convidar um profissional de enfermagem que atuam no setor de UTI de um serviço de saúde;
  5. debate: sugere-se uma discussão mais ampla sobre metas internacionais de segurança, identidade correta do paciente, comunicação segura, prevenção de erros;
  6. escrita técnica: orienta-se o Registro de Enfermagem ao término dos atendimentos, permitindo que o aluno exercitar raciocínio clínico, síntese e tomada de decisão. Pode ser aplicada em estudos de caso, simulações e práticas supervisionadas para desenvolver comunicação profissional e organização do cuidado. É uma atribuição de grande impacto na assistência, pois o registro é continuidade no cuidado em saúde e colabora na tomada de decisão da equipe multiprofissional, com escrita técnica;

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como, para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo, manequins de baixa e média fidelidade, braços simuladores, bandeja, seringa, agulha, simuladores de ECG e monitores multiparamétricos, kits de via aérea (TOT, cânula, AMBU), materiais reais para prática (sondas, curativos, EPIs, dispositivos, bombas de infusão, bomba de seringa, desfibrilador de treinamento);
  • checklists de ABCDE do trauma, PCR, acolhimento, impressos e plastificados;
  • apps e simuladores de cálculo de dosagem, gotejamento, e bomba de infusão;
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • kits de simulação de eventos adversos: pulseiras de identificação, prescrições com “erros semeados”, leitos com riscos de queda, etiquetas/cores para alergias;
  • formulários de notificação de incidentes simulados e mapa de barreiras para análise de causa raiz;
  • jogo dos “11 Certos” (baralhos/quizzes) para administração segura de medicamentos, seguindo o protocolo vigente;
  • roteiros SBAR impressos para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidade Curricular 16: Prestar assistência de enfermagem em cuidados paliativos.

Estratégias pedagógicas:  

  1. Simulações: Orienta-se a utilização dessa metodologia para situações de cuidados paliativos, onde a construção de cenário seja considerado a ambiência ( iluminação adequada, ajustes de ruído, privacidade, aromatização leve (se a instituição permitir), poltrona para acompanhante, dispositivos de conforto (almofadas, mantas, protetor de ouvido); Simulação de Escuta Ativa com o paciente, acompanhantes e responsáveis legais; Simulação de alívio de sintomas, suporte emocional, conforto, cuidado cultural, apoio à autonomia. Além disso, estações de habilidades de conforto como mudança de decúbito para alívio de dor, massagem terapêutica leve, higiene cuidadosa, cuidado com mucosas, posicionamento anti-dispneia, cuidados com boca seca, manejo de náuseas, organização de roupas de cama. Simulação de crise de dispneia; Simulação sensível de cuidado pós-morte; Simulação de atendimento de parada cardiorrespiratória, entre outros. Outra sugestão é a simulação role play com situações complexas, onde o docente poderá trabalhar o tema da dor total (biopsicossocialespiritual), medo da morte, sofrimento existencial, conflitos familiares.  Cada aluno pratica comunicação terapêutica e acolhimento. Outro cenário importante é o treino de comunicação SBAR com foco paliativo, para relatar mudanças sutis, como: piora da dor, confusão mental, dispneia, agitação.
  2. Estudo de caso:  orienta-se estudos de caso que estimule o raciocínio clínico, o julgamento profissional e a capacidade de resolver problemas, sendo particularmente útil em situações: “como este ambiente acolhe? (os alunos analisam fotos de ambientes e identificam adequações e falhas), estudo sobe raciocínio ambiental (organograma para apoiar decisões sobre acomodação, privacidade, higiene ambiental e segurança), com evolução clínica, interdisciplinar com participação de profissionais de psicologia, serviço social ou fisioterapia (ou simulação desses papéis);
  3. palestra: sugere-se convidar um profissional de saúde que atua no setor nos serviços de cuidados paliativos, que posso compartilhar conceitos, abordagem e boas práticas.
  4. escrita técnica: orienta-se o registro de enfermagem, permitindo que o aluno exercite o raciocínio clínico, síntese e tomada de decisão. Pode ser aplicada em estudos de caso, simulações e práticas supervisionadas para desenvolver comunicação profissional e organização do cuidado. É uma atribuição de grande impacto na assistência, pois o registro é continuidade no cuidado em saúde e colabora na tomada de decisão da equipe multiprofissional, com escrita técnica.

Recursos pedagógicos:  

  • formulários digitais e ferramentas colaborativas online para experimentação das ações de ordem administrativa e operacional, bem como para planejamento e realização de ações educativas;
  • murais colaborativos para exposição de mapas mentais e conceituais relacionados com conceitos presentes nesta unidade curricular;
  • laboratório de saúde: com tecnologia para as aulas práticas dos procedimentos do Técnico em Enfermagem, por exemplo, manequins de baixa e média fidelidade, braços simuladores, bandeja, seringa, agulha, monitores multiparamétricos, kits de higiene e conforto. Materiais reais para prática: sondas, curativos, EPIs, dispositivos, bombas de infusão, bomba de seringa, desfibrilador de treinamento;
  • checklists de cuidados paliativos impressos e plastificados;
  • prontuário eletrônico ou físico: pode ser uma versão gratuita em parceria com alguma empresa de software, ou a escola poderá montar um prontuário pedagógico com os principais impressos que vão em um prontuário do paciente;
  • roteiros SBAR impressos para treinar chamadas rápidas ao enfermeiro/médico.

 

Unidades Curriculares de Natureza Diferenciada: UC4, UC7, UC10 e UC17 — Estágio Profissional Supervisionado.

Considerando que o estágio supervisionado é ato educativo e visa a preparação do aluno para o trabalho, recomendamos que seja realizado em diferentes tipos de instituições e indicamos os seguintes campos de estágio: estabelecimentos de saúde  de caráter público, filantrópico e/ou  privado, tais como: unidade coronariana, semi-intensiva, unidade de terapia intensiva, ginecologia, alojamento conjunto, banco de leite, hemodiálise, unidade de queimados, oncologia, central de material esterilizado, centro cirúrgico, centro de nascimento (centro obstétrico e centro de parto normal), pediatria, neonatologia, clínica médica, clínica cirúrgica, clínica ortopédica, instituição de longa permanência, laboratórios de análises clínicas e de imagem, hemocentros, hospitais psiquiátricos, residências terapêuticas, centro de atenção psicossocial, clínicas de quimioterapia e de radioterapia, pronto atendimento, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Estratégia de Saúde da Família (ESF), Unidades de Saúde da Família e Unidade Básica de Saúde (UBS).

 

UC18 - Projeto Integrador Técnico em Enfermagem:

  • criatividade e atitude empreendedora: sugere-se que os alunos estruturem uma pesquisa colaborativa, por meio da qual mapeiam boas práticas de promoção da segurança do cliente e do trabalhador e Tecnologia, Inovação e tendências em enfermagem. Com isso, poderão ampliar o processo criativo do projeto integrador, como: criação de protótipos de soluções (fluxogramas, checklists digitais, aplicativos conceituais, campanhas educativas, vídeos curtos, podcasts, folders ou painéis visuais), ou trabalhar simulações em que os alunos precisem tomar decisões diante de cenários de risco, propondo soluções criativas e viáveis;
  • visão crítica: recomenda-se a realização de debates sobre estratégias de comunicação e engajamento com o usuário, família e comunidade, para adesão de ações de prevenção, promoção e corresponsabilidade ao autocuidado em saúde.  Além disso, poderão discutir casos reais ou simulados sobre eventos adversos, incidentes e quase erros e com isso realizar análise crítica de protocolos de segurança, normas institucionais e legislações, bem como, debates orientados sobre benefícios e limites da tecnologia no cuidado, com a confecção de relatórios críticos ou mapas conceituais sobre problemas identificados;
  • colaboração e comunicação: sugere-se a realização de palestras com outros profissionais da área (ACS, médico, enfermeiro, assistente sociais, entre outros), visando proporcionar aos estudantes contato com as diferentes realidades de mercado. Além disso, destacar a importância de trabalhar no contexto colaborativo. Isso poderão desenvolver no processo do projeto integrador em equipes, com divisão de papéis e responsabilidades, simulações de passagem de plantão, comunicação de incidentes e trabalho em equipe, apresentações orais do projeto, produção coletiva de materiais educativos e relatórios finais. Com essas ações os alunos desenvolverão trabalho em equipe como eixo central da segurança assistencial, comunicação efetiva como estratégia para redução de riscos e eventos adversos e trabalho interdisciplinar mediado por tecnologia;
  • autonomia digital: indica-se estimular o uso de tecnologias ao longo de todo o curso, desde plataformas de gestão de processos e rotina de produção executiva até registros e divulgação dos trabalhos nas redes sociais. Para o Técnico em Enfermagem, esse tema é fundamental, pois sua prática envolve comunicação com usuários, registro de informações, uso de aplicativos oficiais de saúde, leitura de conteúdos digitais e atuação em territórios onde há desigualdade no acesso e uso das tecnologias, navegar pela internet, pesquisar aplicativos de saúde oficiais do Ministério da Saúde, uso ético de aplicativos de mensagens eletrônicas, redes sociais e grupos comunitários. Além do uso de ambientes virtuais, simuladores digitais e ferramentas colaborativas, produção de artefatos digitais (textos, apresentações, vídeos, infográficos). Com essas ações, desenvolveremos o uso consciente e crítico das tecnologias digitais aplicadas à enfermagem, bem como, a pesquisa, seleção e validação de informações técnicas e científicas;
  • atitude sustentável: recomenda-se convidar especialista no tema para discorrer sobre tecnologias limpas, descarte adequado de resíduos e racionalização de insumos, visão ampliada de sustentabilidade e a relação com o processo de trabalho da Enfermagem. Com isso, os alunos poderão analisar os processos assistenciais sob a ótica da sustentabilidade e propor melhorias que reduzam desperdícios, riscos ocupacionais e impactos ambientais, além de desenvolver soluções que sejam sustentáveis do ponto de vista social, econômico e social e contribuir para os ODSs.
 

[1] SENAC. DN. Competência. Rio de Janeiro, 2022. (Coleção de documentos técnicos do Modelo Pedagógico Senac). Disponível em: http://www.extranet.senac.br/modelopedagogicosenac/. Acesso em: jun. 2023.

[2] Recomenda-se o acesso à Cachola (https://cachola.senac.br/ ), que oferece recursos voltados à aplicação de tecnologias digitais no planejamento de situações de aprendizagem e ao estímulo de práticas pedagógicas inovadoras no contexto educacional.

[3] Desenvolvida em parceria com a OIT/Cinterfor – Centro Interamericano para o Desenvolvimento do Conhecimento na Formação Profissional da Organização Internacional do Trabalho, recomenda-se o acesso à Plataforma Cubus (https://cubus.oitcinterfor.org/). 

[4] Recomenda-se a consulta ao portal Espaço Docente (https://espacodocente.senac.br/area-exclusiva/guias/ ), que disponibiliza o Anuário de Tecnologias Educacionais

[5] Recomenda-se a consulta ao portal Espaço Docente (https://espacodocente.senac.br/area-exclusiva/mapeamentos/ ), que disponibiliza o Mapeamento de Tecnologias Digitais.

Dessa forma, foram estabelecidas menções específicas para cada etapa do processo avaliativo, assegurando coerência na progressão da aprendizagem e contribuindo para um acompanhamento mais preciso do desempenho dos alunos.

Menção por indicador de competência
A partir dos indicadores que evidenciam o desenvolvimento da competência, foram estabelecidas menções para expressar os resultados de uma avaliação. As menções que serão atribuídas para cada indicador são:
durante o processo:
•    atendido – A;
•    parcialmente atendido – PA;
•    não atendido – NA;

ao término da unidade curricular:
•    atendido – A;
•    não atendido – NA.

Menção por unidade curricular
Ao término de qualquer unidade curricular (Competência, Estágio, Prática Profissional, Prática Integrada ou Projeto Integrador) estão as menções relativas a cada indicador. Caso algum dos indicadores não seja alcançado em alguma UC, o aluno será considerado reprovado naquela unidade. É com base nessas menções que se estabelece o resultado da unidade curricular. As menções possíveis para cada uma são:
•    desenvolvida – D;
•    não desenvolvida – ND.

Menção para aprovação no curso
Para aprovação no curso, o aluno precisa alcançar D (desenvolvida) em todas as unidades curriculares.
Além da menção D (desenvolvida), o aluno deve ter frequência mínima de 75%, conforme legislação vigente. Na modalidade a distância, o controle da frequência é baseado na realização das atividades previstas:
•    aprovado – AP;
•    reprovado – RP.

Recuperação
A recuperação ocorrerá imediatamente à constatação das dificuldades do aluno, podendo ser propostas atividades como resolução de problemas, estudos dirigidos e outras estratégias de aprendizagem que contribuam para o desenvolvimento da competência. Na modalidade de oferta presencial, é possível a adoção de recursos de educação a distância.

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